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JPT-SP realiza 3° Festival de Cultura e Arte

Evento tem parceria com a Direção Nacional e deve reunir artistas, coletivos e militantes da cultura vindos de diferentes lugares

ImagemA Secretaria Estadual de Juventude do PT de São Paulo vai realizar o seu 3° Festival de Cultura e Arte nos dias 30 e 31 de maio e 1° de Junho, na Cidade de Guarulhos, macro Alto Tietê, região da Grande São Paulo. O evento acontece concomitante e em parceria com o Festival Aldeias da Juventude da Secretaria Nacional da JPT.

A ideia do evento é reunir diferentes expressões artísticas de jovens que de alguma maneira são militantes da área da cultura, na perspectiva de debater uma nova política cultural para o estado de São Paulo, bem como apresentar uma agenda que avance em ações exitosas apresentadas pelo Ministério da Cultura.

O evento terá debates, oficinas, workshops, cursos, apresentações e deve contar com a presença de lideranças, dirigentes e parlamentares vindos de todo o estado. As sugestões de atrações e discussões poderão ser encaminhadas através do email contato.jptsp@gmail.com, até o dia 15 de Maio.

Está é a terceira edição do evento, que já foi realizado em Paranapiacaba (Macro ABC, 2005) e São Carlos (Macro Ribeirão, 2010). A novidade desta edição é a realização de um Festival Virtual de Bandas. “É uma forma de prestigiar artistas que estão começando e que não tem muito espaço. Também queremos que o Festival não seja um espaço que se encerre, mas a consequência de um processo prévio e um marco para a elaboração de uma nova política de cultura para o estado”, explicou Rogério Cruz, Secretário Estadual de Juventude do PT-SP.

As bandas premiadas se apresentam no evento e a mais curtida fará a abertura do show principal do Festival. 

Não é necessário ser filiado ao PT para participar do festival. No entanto, é necessário realizar inscrição prévia e em caso de lotação do alojamento ou outras atrações do festival, os filiados e filiadas terão prioridade. As inscrições serão online e estrão disponíveis a partido do dia 15 de Maio.

A programação será divulgada em breve.

Leia a Carta de Orientações: http://www.linhadireta.org.br/download/noticia/orientacoes_festival_jptsp.pdf

 

Curta a página da JPT no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/JPTSPoficial?fref=ts

JPT Sampa realiza primeira etapa da Caravana Cultural

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Cerca de 50 pessoas participaram quinta, dia 10, do Sarau Itinerante, que faz parte da Caravana Cultural que a Juventude do PT de São Paulo promove, no Diretório Zonal do Centro.

Essa foi a primeira etapa da Caravana Cultural, iremos percorrer os Diretórios Zonais com a ideia de realizar o Sarau como forma de interagir de maneira alternativa, mais lúdica, com a juventude paulistana, dialogando com a vocação cultural dos jovens de cada região.” Afirmou Erik Bouzan, Secretário da JPT Sampa. 


Na atividade houve intervenções das mais variadas formas, desde apresentação de poesia própria, de autores famosos até apresentações musicais, passando pelos diversos gêneros, como rock, samba, rap e funk. Ta Lopes, coordenadora de cultura da JPT Sampa explica a iniciativa: “A caravana cultural vem apresentar uma nova forma de interagir politicamente com iniciativas culturais, fazendo assim uma ponte entre os coletivos jovens. Sejam eles: grupos musicais, circenses, teatrais, poetas, cinegrafistas e articuladores culturais em geral”. Felipe Araújo, coordenador de mobilização, ressalta: “Contamos com a presença de compas já conhecidos, militantes, mas também de jovens que não eram filiados e que tinham participado pela primeira vez de uma atividade partidária.” Afirmou Felipe Araújo, coordenador de Mobilização da JPT Sampa.


A Presidenta do DZ Centro, companheira Carmen se fez presente e pediu para que se repetisse a atividade e colocou o espaço á disposição. “Precisamos de mais espaços como esse e nosso Zonal estará sempre aberto”, afirmou. 
A JPT Sampa seguirá com as etapas e convida toda a juventude e a militância a participar! A Próxima Caravana está marcada para o dia 10 de Maio, no DZ Campo Limpo. 


Agende e se achegue em nossa Caravana Cultural!

Veja mais fotos em: http://www.facebook.com/jptsampa

 

NOVOS HORIZONTES PARA A JUVENTUDE PAULISTA – Aprofundar as transformações, avançando no projeto democrático e popular

Resolução Política da Secretaria Estadual da JPT-SP

O Brasil viveu em Junho de 2013 um momento ímpar de mobilização social, tendo suas ruas ocupadas em diversas regiões por cidadãos que pediam maior presença do Estado (e não do Mercado) para o atendimento de demandas sociais. Motivadas e motivados pelo aumento das tarifas de ônibus, os jovens começaram a ir às ruas questionar o reajuste, mas também a qualidade do serviço prestado, denunciar o caos da mobilidade urbana das grandes cidades e cobrar mais ações do poder público para a transformação desta realidade.

A resposta truculenta da polícia do Estado de São Paulo, algo recorrente na relação do governo Tucano com os movimentos sociais, sensibilizou grande parte da população a ir às ruas em defesa do direito de se manifestar, pulverizando as pautas apresentadas – antes restritas à mobilidade urbana. Nesse contexto de lutas pelo direito democrático de manifestação, emergiram uma série de reivindicações que remontam às promessas da Constituição de 1988, notadamente no que tange à oferta pública de Saúde e Educação.

Vale ressaltar que a situação aberta pelas Jornadas de Junho é reflexo da implementação de parte do nosso projeto Democrático-Popular: revertida a tendência de redução de empregos e da renda, principal mote das mobilizações populares nos anos de governo neoliberal, as manifestações se voltaram para a qualidade dos serviços públicos e a solução para os problemas estruturais de mobilidade e infraestrutura.

Vimos uma tentativa da mídia e dos setores conservadores de se apropriar dessas mobilizações, incluindo pautas pouco identificadas pelos manifestantes, e a disputa entre o campo da Esquerda e os setores mais progressistas com os setores mais conservadores e à Direita ficou evidente.

Reconhecemos a importância das mobilizações de rua como espaços fundamentais de construção da correlação de forças para avançar em nosso projeto estratégico, como a aprovação da Lei da Mídia Democrática e as reformas Política, do Judiciário, Tributária, Urbana e Agrária. Precisamos reassumir a postura protagonista e ousada, quehistoricamente caracterizaram o PT, e apresentar uma plataforma pós-junho, que ajude o PT avançar no programa de reformas estruturais. E a Juventude do PT, protagonista no partido em formulação de resoluções avançadas sobre temas-tabus, como aborto, drogas e as próprias manifestações de Junho, além do protagonismo na adoção de paridade de gênero e cotas etnicorraciais em suas estruturas de direção, tem a tarefa de sensibilizar o partido para a compreensão de que a aplicação do nosso programa precisa avançar cada vez mais.

Ressaltamos o desafio das cotas geracionais e o empoderamento das e dos dirigentes jovens que estão nas direções Estadual, das Macros e Municipais do PT. Tal medida é fundamental para que tenhamos um PT oxigenado e sintonizado com as pautas e formas de organização, não só da juventude, mas dos novos movimentos e, na mesma linha, superar o discurso da renovação de quadros, implementando-o de fato. Empoderar os jovens dirigentes é superar o discurso “juventudista”, que guetiza e sectariza os jovens, dando condições para que esses dirigentes assumam tarefas gerais nas instâncias para além da pauta específica, que reafirmamos ser tarefas das direções da JPT. Mais do que projetar quadros jovens às posições de poder, nossa tarefa histórica é rejuvenescer nossa base social de massas. Nesta linha, convocamos uma plenária de jovens dirigentes do PT de São Paulo para o 1° Semestre de 2014.

Se Junho de 2013 foi o período de ocupar as ruas, Dezembro e o começo do ano de 2014 teve como mote a ocupação dos espaços públicos, motivados novamente pela ação truculenta da polícia, desta vez em uma tentativa de impedir os jovens da periferia de ocupar espaços antes exclusivos dos ricos e da classe média tradicional. Os chamados “Rolezinhos” caracterizaram-se como fato social exatamente por evidenciar o racismo latente e a insuficiência do modelo de inclusão através do consumo. Importante salientar que as manifestações de Junho e os Rolezinhos são movimentos distintos, contudo motivados pela incapacidade da polícia de Alckmin em lidar com manifestações populares e tendo como plano de fundo as mudanças na composição de classes que o PT operou o à frente do governo federal.

Isto expõe o fato de que, se por um lado o nosso governo foi exitoso ao promover inclusão social, com mais de 50 milhões de pessoas deixando a linha da pobreza, os mais de 20 milhões de empregos gerados, o aumento do poder de compra do salário mínimo, o acesso ao ensino superior, seja através de cotas, Prouni, Reuni, do Sisu ou do Ciência Sem Fronteiras, encontramos grandes dificuldades em politizar essa ascensão social como fruto de nosso projeto e de nossas ações, e organizar essa nova composição social sob a hegemonia de um projeto Socialista, democrático e de massas.

As políticas públicas por si só não são suficientes para a disputa simbólica e ideológica na sociedade. Não à toa parte dos setores que foram beneficiados por nossas políticas questionam, e até mesmo atacam, nosso programa. É preciso que nossas ações venham acompanhadas da afirmação de nosso projeto como alternativa para o país e referência para América Latina e países chamados “emergentes”, bem como do debate ideológico sobre a crise do sistema capitalista que organiza a economia mundial.

Ainda nesta conjuntura, nos preocupa e nos coloca em alerta o crescimento de uma onda conservadora – resguardadas as especificidades – em diversas regiões do globo, como as da Venezuela, Ucrânia e mesmo no Brasil, como o crescimento do fundamentalismo religioso, as agressões homofóbicas, a realização racista da “justiça pelas próprias mãos” e as tentativas da Direita de se organizar, mesmo com a crise dos partidos por ela referenciados.

Se o PT historicamente sofreu com ataques e difamações, na maioria das vezes, preconceituosos e classistas, vemos hoje esse cenário se acirrar cada vez mais. Os setores conservadores estão num momento de ascensão preocupante que, se ainda não coloca em xeque nosso favoritismo eleitoral, pode acarretar no enfraquecimento das pautas progressistas e numa polarização social à qual precisamos estar preparados. Exemplos não faltam que demonstram que a Direita está se organizando e sinalizando que não aceitará mais uma vitória eleitoral do projeto democrático-popular sem desestabilizá-lo.

Essa ascensão conservadora está alicerçada num cenário internacional de desestabilização de governos progressistas. O caso da Venezuela é emblemático; na Ucrânia, o golpe que colocou pela primeira vez depois de 1945 os Nazistas de volta ao poder também servem de alerta para nos prepararmos para uma verdadeira onda conservadora, que tem seus reflexos no Brasil. Somos solidários aos companheiros que, como os do PSUV e todo o Gran Polo Patriótico, resistem e seguem na luta em defesa da soberania de seus países e pela construção e implementação de governos democráticos e das trabalhadoras e dos trabalhadores.

Este ano de 2014 apresenta desafios significativos para o PT e nossa juventude, e as eleições certamente nortearão boa parte de nossa atuação. Contudo, por nosso partido não se limitar à mera disputa eleitoral, devemos estar conectados com os movimentos sociais e referenciados nas lutas e demandas da classe trabalhadora e em sintonia com as lutas em curso no país. Desta forma, conclamamos a Juventude do PT do Estado de São Paulo a participar ativamente das atividades de construção e mobilização do Plebiscito Popular pela Reforma Política e da Jornada Nacional de Lutas da Juventude, que acontecerá em Abril.

Não poderíamos deixar de falar da Copa do Mundo de futebol, que acontece em Junho, um ano após as mobilizações que marcaram um novo momento da luta de massas no país. Ressaltamos a importância do evento em termos de visibilidade do Brasil para o mundo, bem como para a atração de empregos, geração de renda e investimentos para o país. Contudo, ao nosso campo cabe a discussão intransigente sobre o legado popular da Copa, ou seja, os benefícios que dialoguem com o nosso projeto de desenvolvimento nacional. Não faremos coro contra o Mundial, mas nos somamos aos fóruns populares que dialogam e discutem uma agenda referenciada nas lutas populares. Se não nos serve a palavra de ordem vazia e aventureira do “Não vai ter Copa”, nos cabe sim responder às demandas por mais Direitos e dar uma resposta popular à pergunta “Copa para quem?”.

Nessa mesma linha, reafirmamos a nota da Direção Nacional da JPT, rechaçamos qualquer tentativa de cercear o livre direito de manifestação e nos posicionamos de maneira contrária à chamada Lei Antiterror (PL 499/2013) proposta no Congresso Nacional. E fazemos um apelo à bancada do PT, especialmente aos parlamentares do nosso Estado, para barrar a tramitação deste projeto que vai contra bandeiras histórias do nosso partido e o aprofundamento da democracia. A nosso ver, o contraditório é fundamental para fortalecer a democracia.

Ainda nessa linha, reafirmamos a agenda protagonizada pelos novos movimentos em relação à violência policial, evidenciada nas recentes manifestações, mas que atinge há muito a juventude paulista, principalmente a juventude pobre, negra e periférica, que sofre com o encarceramento em massa e com o extermínio deste segmento. A pauta da desmilitarização e da reforma da polícia é fundamental para nosso projeto e será tema, de uma forma ou de outra, na campanha eleitoral.

Por fim, destacamos como tarefa prioritária o envolvimento da Juventude do PT no processo eleitoral de 2014, seja na construção do programa de governo, apresentando a partir das Macros diagnósticos e pautas locais; seja na intervenção nas agendas da Caravana Horizonte Paulista, construindo momentos e agendas com a juventude em todos os trechos; e nos debates que precederão o Encontro de Tática Eleitoral do PT, que deve acontecer em Maio, na cidade de São Paulo.

Reeleger o nosso projeto em nível nacional, com a recondução da companheira Dilma Roussef, e derrotar o conservadorismo e o atraso do tucanato no estado de São Paulo, elegendo o companheiro Alexandre Padilha governador, estão na ordem do dia de nossa intervenção militante e não mediremos esforços para que isto se consolide. Será com a força e disposição da JPT-SP que lutaremos para apresentação de um programa à Esquerda e com uma campanha de luta e revigorada e centrada na disputa de ideias que conquistem corações e mentes daqueles que reconhecem no PT e em nosso campo os aliados para as grandes transformações de nosso país.

DIREÇÃO ESTADUAL DA JUVENTUDE DO PARTIDO DOS TRABALHADORES DE SÃO PAULO

São Paulo, 9 de Março de 2014

Com a presença de Artur Henrique, JPT Sampa discute desafios para 2014

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Entre os principais assuntos postos em pauta, os grupos debateram temas como reforma política, eleições 2014, formação, comunicação e mídias sociais e organização local

 
Por Debora Pereira, JPT Sampa
Segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Em evento realizado no último sábado (22), a Secretaria Municipal de Juventude do PT da cidade de São Paulo, a JPT Sampa, realizou seu planejamento para o ano de 2014. Aproximadamente 70 pessoas acompanharam o ato realizado no Auditório Amarelo do Sindicato dos Bancários. Isto porque, o evento foi ampliado para além da Direção e aberto para receber a contribuição de representantes de movimentos sociais, auxiliares de juventude das Subprefeituras e conselheiros de juventude da cidade.

A abertura dos trabalhos ficou por conta de uma análise da conjuntura da cidade feita por Artur Henrique, diretor da Fundação Perseu Abramo e ex-presidente da CUT. Ele falou dos elementos simbólicos que representam a gestão Fernando Haddad, da expectativa e alegria que contagiam a Caravana Horizonte Paulista sob o comando de Alexandre Padilha e dos desafios para a manutenção do projeto do PT em nível federal.

“O PT deve estar sintonizado com as demandas que surgiram a partir das manifestações de junho, que pediam uma maior atuação do Estado na vida das pessoas. Mas é preciso entender que Junho já passou e precisamos estar preparados para as novas manifestações, ir pra as ruas e olhar para frente”, comentou Artur Henrique. “Também precisamos repensar os nossos modelos de organização e voltar a priorizar o trabalho de base”, afirmou o dirigente citando o exemplo do campeonato de videogame organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, na sede da entidade.

Artur Henrique comentou, ainda, o programa de governo elaborado pela JPT Sampa na ocasião das eleições municipais e se mostrou bastante aberto para um diálogo frente ao debate para o trabalho decente para a juventude, educação profissional, economia criativa, entre outros temas relacionados à juventude trabalhadora. “Quero manter esse diálogo com a JPT Sampa e organizar uma reunião de trabalho para conversar sobre estes assuntos”, sugeriu o ex-presidente da CUT, que foi amplamente aplaudido pelos jovens presentes.

Bolsa-Trabalho

Um tema muito presente em todas as falas foi a necessidade da reformulação do Programa Bolsa Trabalho da Prefeitura de São Paulo. Criado na gestão da então prefeita Marta Suplicy, o programa teve centralidade na política social do governo e previa uma ajuda em dinheiro para que os estudantes não evadissem, além de possibilitar o trabalho de formação e cidadania dos jovens do programa.

“Fazer esse debate sobre o Bolsa Trabalho com o Artur foi importante porque é uma pessoa que tem uma visão muito progressista e inteirada sobre o mundo do trabalho, além de ter um importante acúmulo neste debate que é geracional, mas que diz respeito a um potencial econômico e produtivo do país que está sendo desperdiçado”, comentou Erik Bouzan, secretário municipal de Juventude do PT.

“O Bolsa Trabalho voltou a ser pauta novamente na cidade, por meio do importante trabalho realizado pelo Conselho Municipal de Juventude de São Paulo, que aprovou 5 milhões de reais no Orçamento do Município em emenda para o Programa e lutou para o descontingenciamento no começo da gestão. Agora a pauta é rediscutir o programa, ampliar a faixa etária atendida e caminhar para colocá-lo no rol de prioridades da gestão Haddad”, explicou Bouzan.

Encaminhamentos

Na parte da tarde, os participantes foram divididos em grupos de discussão, norteados pelos temas reforma política, eleições 2014, formação, comunicação e mídias sociais e organização local, que apresentaram propostas para a atuação da JPT na cidade de São Paulo.

“A partir das demandas que sugiram, vamos nos debruçar sobre um calendário de atividades que dê conta da realização de um ciclo de debates, uma agenda de ações que se some a agenda do PT pela Reforma Política, além de uma grande atividade de formação ainda no primeiro semestre. Também surgiu como proposta organizar uma atuação mais agressiva nas redes sociais, inclusive potencializando o núcleo de Comunicação da JPT e participando ativamente da construção do Acampamento Digital do PT, que deve ser realizado no mês de Abril”, pontuou o Secretário da JPT Sampa.

Veja mais fotos aqui: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.604488346312165.1073741830.333029640124705&type=1

 

Nova cara da juventude é tema do Boletim Linha Direta desta segunda (3)

Na atração, jovens lideranças conversam com a Web Rádio Linha Direta sobre os desafios da juventude petista, os impactos das manifestações de junho e os rolezinhos

 Por Elineudo Meira, Portal Linha Direta
Segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
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O Boletim Linha Direta desta semana recebe Léa Marques, assessora da secretaria Nacional de Juventude da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o secretário Nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima, o presidente do Conselho Nacional de Juventude, (Conjuve), Alessandro Melchior, o secretário municipal de Juventude do PT da Capital paulista, Erik Bouzan e o diretor de políticas educacionais da União Nacional dos Estudantes (UNE), Pedro Paulo Araújo. Eles falam sobre as principais conquistas do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), os desafios da juventude petista e a relação dos governos petistas com a juventude hoje, além debater sobre as novas caras da juventude.

Léa Marques, assessora da secretaria Nacional de Juventude da CUT, fala da importância da nova cara da juventude brasileira – que, para ela, não segue o padrão de que jovem é estudante. “A juventude vai pra além de estudante, é uma juventude que trabalha e que está interessada em discutir cultura; é uma juventude que está no movimento negro combatendo o racismo, que está aí também contra a discriminação, que hoje tem várias caras. Acho que isso é uma característica da nova juventude”, frisa.

Para o secretário Nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima, a mudança das caras da nova juventude é um reflexo dos onze anos dos governos Lula e Dilma. “Essa nova juventude é fruto dos avanços do governo do PT. Desde a eleição do nosso companheiro Lula em 2002, a reeleição 2006 e a eleição da nossa presidenta Dilma 2010. Este período fez com que a classe trabalhadora e uma nova expectativa para a uma juventude brasileira surgisse, fruto das políticas sociais, principalmente na área da educação, do trabalh. Conseguindo decentralizar essa politicas está fortalecendo diversos segmentos da juventude”, afirma Jefferson.

De acordo com o presidente do Conjuve, Alessandro Melchior, o olhar e o perfil da juventude é marcado pelas mudanças da última década. “O olhar sobre a juventude e a cara da juventude hoje são marcados pela última década e pelas ações do governo federal (…) É uma juventude profundamente estudantil, o Brasil dobrou o numero de vagas no ensino médio nos últimos dez anos, a gente incluiu, nos últimos dez anos, praticamente a população do ensino médio do Chile. É uma juventude identificada por essas possibilidades de estudar”, explica Melchior.

Erik Bouzan, secretário municipal da Juventude do PT da capital paulista, fala da importância das manifestações de junho do ano passado e do ‘rolezinhos’. “São dois movimentos diferentes. Nas manifestações de junho você tinha pauta e os rolezinhos são importantes no cenário politico, porque eles evidenciam uma espécie de segregação social que existe mesmo, principalmente lá nas grandes cidades o choque cultural é sempre mais forte”, frisa Erik.

Para Pedro Paulo Araújo, diretor de politica educacionais da UNE, é necessário refletir e dialogar para entender a nova cara da juventude. “Muito se diz que a juventude hoje acordou, repudia primeiramente os partidos políticos, repudia entidades representativas, os movimentos populares e sociais. Acho que temos que entender porque chegamos nesse momento e nessa efervescência e que vão às ruas hoje e de onde vem. Acho importante lembrarmos que tínhamos uma juventude nos anos 90 que ela ia às ruas e buscavam por direitos, e após isso, com a conquista de direito para a juventude como: abertura do mercado de trabalho, acesso a universidade. Agora vivemos o terceiro momento em que as ferramentas que foram criadas não satisfazem plenamente a juventude, a juventude quer emprego, mas também quer autonomia de gastar o que ela ganha”, relata Pedro Paulo.

Ouça a entrevista completa nesta segunda-feira (3), às 18 horas: http://www.radiolinhadireta.org.br

 

Direção da JPT Sampa realiza primeira reunião de 2014

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A Secretaria Municipal de Juventude do PT (JPT Sampa) reuniu sua direção na última quarta-feira, 29, na sede do Diretório Municipal, para iniciar a agenda de trabalhos do ano. Na pauta, planejamento, atuação no Conselho Municipal de Juventude e a recomposição da Direção.

Por Débora Pereira

“No final do ano passado, o Diretório Nacional aprovou uma resolução que amplia os mandatos das direções da JPT, que deveria encerrar-se no início deste ano. A agenda de trabalho que construímos no início da gestão está obviamente esgotada e, para um ano tão importante como esse, em que a disputa do nosso projeto passará novamente pelo crivo popular, é fundamental que a JPT Sampa esteja forte, atuante e cada vez mais dirigente”, explicou Erik Bouzan, Secretário Municipal de Juventude do PT.

Desta forma, a JPT Sampa aprovou a realização de um seminário de planejamento, que deve ser realizado no próximo dia 22 de fevereiro. O evento será ampliado, além dos membros da direção, para representantes de entidades e movimentos de juventude da cidade, com o objetivo de pensar o calendário de atividades da gestão até o final do ano, incluindo ações de pré-campanha e atividades as quais a juventude petista da Capital irá se somar.

“O ano começou intenso e vai exigir que tenhamos planejamento, organização e vitalidade”, sugeriu Bouzan, citando o ato realizado na última sexta feira, 24, pela JPT Sampa em conjunto com outros movimentos, em repúdio à ação truculenta da Polícia Civil na Cracolândia. Tal ação, de acordo com o Secretário, “vai na contramão do processo de inclusão social promovido pelo prefeito Fernando Haddad através do programa Braços Abertos”.

Conselho Municipal de Juventude

A reunião pautou também o mandado do Conselho Municipal de Juventude, cuja participação de militantes identificados com o PT se dá em 13 das 17 cadeiras da sociedade civil, que terminou em Outubro e ainda não existe calendário para o processo eleitoral.

“A nossa opção manifestada na última reunião do Conselho foi de que a eleição deveria acontecer nos marcos da aprovação da nova Lei, com alternância da presidência entre poder público e sociedade civil, incluindo cadeiras que estão fora do conselho e com paridade de gênero entre os conselheiros e conselheiras”, afirmou Lea Marques, coordenadora de Mulheres da JPT Sampa e Conselheira Municipal de Juventude na pasta de Gênero e Diversidade Sexual.

De acordo com a dirigente, o documento precisa ser encaminhada para a Câmara para apreciação dos vereadores. “Eu represento a JPT no Conselho Municipal de Juventude e a nossa chapa foi eleita com a bandeira da alteração da Lei do Conselho. Fizemos a nossa parte: elaboramos uma minuta e encaminhamos para a Coordenadoria de Juventude”, complementou Léa.

Vale destaque que a proposta elaborada pelas Conselheiras do CMJ serviu de base para um projeto sancionado pelo prefeito Fernando Haddad, que assegura paridade de gênero em todos os conselhos da cidade de São Paulo. “A ocupação dos espaços públicos pelas mulheres a partir da paridade é uma bandeira da JPT desde 2008, quando aprovou já em seu primeiro congresso essa metodologia, sendo vanguarda de um processo que culminaria com a paridade de gênero em todas as instâncias do PT”, comemorou Debora Pereira, membro do Diretório Nacional e conselheira do CMJ até o início de 2013.

PÓS-PED

Os presentes na reunião comemoraram o saldo do PED para a JPT Sampa, com a indicação de companheiros da direção municipal da JPT que estarão empoderados em novas tarefas no PT. A coordenadora de PPJ, Larissa D’Alkimin, foi eleita presidenta do DZ de Pinheiros; a coordenadora de Movimentos Sociais Janaína Cristina da Silva, está na Executiva do Diretório Estadual do PT-SP, na Secretaria de Nucleação e Mobilização; Léa Marques, coordenadora de Mulheres, está compondo o Diretório Nacional do PT, juntamente com a companheira Debora Pereira, coordenadora de Assuntos Institucionais da Secretaria Estadual da JPT-SP.

Comjuve-SP pede criminalização da homofobia após assassinato de jovem

O Conselho Municipal de Juventude de São Paulo recebe com consternação a notícia do cruel assassinato do jovem de Kaíque Augusto, negro, homossexual, 16 anos. Kaíque foi, infelizmente, mais uma vítima da violência homofóbica de nossa cidade. Seu assassinato na última madrugada do dia 11/01, com traços de tortura como a retirada dos dentes, hematomas na cabeça e uma barra de ferro cravada na perna, nos indignam e reforçam nossa luta pelos diretos da juventude LGBTT. Em recente relatório da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República sobre a violência homofóbica no Brasil em 2012, constatamos que as principais vítimas são jovens de 15 a 29 anos de idade (61,16%). No critério raça/cor, a população negra e parda também aparece no topo da lista das vítimas: 51,1% das vítimas são negras e 44,5% brancas. Com base nesses dados, defendemos que a cidade de São Paulo construa um Plano Municipal de combate à homofobia, no qual a juventude seja prioridade. É preciso também que o Estado de São Paulo tenha uma política de segurança pública que de fato assegure a vida e os direitos da juventude, seja na questão da liberdade de orientação sexual, seja na questão da circulação nos espaços públicos. Exigimos nosso direito de viver em uma cidade, e em um país livre de qualquer tipo de violência e preconceito. Léa Marques, da Direção Municipal de Juventude do PT e Conselheira Municipal de Juventude, na cadeira de gênero e diversidade sexual, destaca a importância da existência de ações efetivas que combatam atos de homofobia, bem como sua criminalização, quando ocorrerem. “A juventude vem mostrando cada dia mais que que avançar em seus direitos. Ter garantido o direito à livre orientação sexual é uma luta que fazemos, seja através do PT, seja também através do Conselho Municipal de Juventude. Queremos o fim da homofobia, para isso, a sua criminalização é passo determinante.”

Não podemos tolerar a banalização da vida humana.!

Que a apuração desse caso seja feita, e que imediatamente mude-se a notificação no que diz respeito à causa da morte, onde consta como suicídio e não homicídio.Nossa solidariedade à família e amigos/as de Kaíque.

Conclamamos toda juventude de São Paulo à luta pela aprovação do PLC 122! Criminalização da homofobia já!

Conselho Municipal da Juventude de São Paulo Entenda o caso: http://bit.ly/1dTW3AD

Os 20% de jovens na direção e o desafio geracional dos próximos 20 anos

Por Anne Karolyne, Debora Pereira e Cássio Nogueira

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O Partido dos Trabalhadores se abre para o desafio de produzir uma das mais exitosas experiências de gestão progressista e democrática que a história contemporânea do Brasil está por observar. Neste balanço da década é possível afirmar que mudanças importantes foram conferidas ao povo: milhões de brasileiros fora da linha da pobreza, pleno emprego, distribuição de renda com crescimento econômico e forte investimento em políticas sociais.

Tudo isso foi e é possível porque os brasileiros optaram pela ousadia e coragem dos governos Lula e Dilma, que provaram ser possível sim desenvolver o país sem cortar investimentos sociais e, principalmente, restabelecer as instituições e empresas públicas, fazendo cair por terra o conto neoliberal que afirmava que para o Brasil crescer era necessário diminuir custos e investimentos sociais e enxugar a estrutura estatal. 

Em 10 anos de governos popular e democrático, ousamos afirmar que um dos maiores legados que estes governos e suas políticas produziram foi o sentimento coletivo de que é possível promover muito mais transformações política, cultural, social e econômica estruturantes e o produto mais clássico desse início de legado foram as mobilizações de junho. Milhares de jovens tomando as ruas país a fora reivindicando preços justos e qualidade nos transportes, mais acesso à educação, saúde pública de qualidade, ou seja, mais presença do Estado na vida das pessoas. 

O povo brasileiro, que nestes 10 anos conquistou direitos individuais importantes como crédito habitacional, acesso à universidade, empregos formais, ganhos reais no salário e maior acesso para consumo de produtos essenciais para a qualidade de vida, são agora tomados por necessidades mais profundas, como qualidade, justiça, coletividade, respeito e dignidade. Nosso país foi incendiado pelo desejo coletivo de promover o Brasil a patamares superiores de desenvolvimento humano.

Majoritariamente quem deu o tom desta demanda foi a geração beneficiada pelas políticas sociais dos governos do PT, o que reafirma a possibilidade real de produzir novos marcos para um novo modelo de sociedade, aquele elaborado no 1° Congresso do PT e pelo VII Encontro Nacional e reafirmado pelo em nosso 3° Congresso: o Socialismo Petista. Aquele que compreende um transporte público de qualidade e com preço justo como uma bela afirmação de que é possível viver com menos carros nas ruas, diminuindo o tempo de deslocamento, a emissão de gases poluentes e a diminuição do impacto financeiro da necessária locomoção na renda das famílias. 

Aquele que reconhece que o Pré-Sal pode ser um provedor da nova escola e da nova universidade, garantindo não somente o acesso público, gratuito e de qualidade, mas que promove a formação integral e forme gerações sem vendas e libertas da lógica do consumo, capazes de se relacionar com o meio ambiente de maneira harmônica. Da mesma forma, que a riqueza dos nossos recursos naturais fortaleçam o Sistema Único de Saúde, tornando-o o grande guardião do bem estar do povo brasileiro.

Uma sociedade em que nos próximos anos sejamos capazes de transformar os latifúndios em áreas produtivas para o povo Sem-Terra e as terras improdutivas na produção dos homens sem produção, com o compromisso de levar à mesa dos brasileiros alimentos saudáveis, sem agrotóxicos, sem transgênicos.

A próxima década deve ser um convite imperativo à superação do Capitalismo para essa geração fruto da década de vitórias do povo e de acertos dos governos de Lula e Dilma. O PT, essa ferramenta forjada na luta popular, e seus aliados assumiram a responsabilidade de promover mudanças fundamentais em nosso país. Entretanto, para chegar a um cenário de transformações estruturantes é necessário galgar passos firmes, inclusive fazendo o enfrentamento às elites dominantes do nosso país, incidindo sobre os seguintes pontos:

1. Reforma Política, rechaçando uma mera reforma eleitoral e aprovando um plebiscito com Constituinte exclusiva para defender financiamento público de campanha, voto em lista pré-ordenada para os parlamentos e ampliação da participação e empoderamento das mulheres na política;

2. Democratização dos Meios de Comunicação, com a aprovação de uma Lei de Meios capaz de assegurar espaço com justiça para as diferentes vozes e cores da sociedade e uma política de telecomunicações à serviço do país, com controle social, transparência e produção popular;

3. Reforma Tributária, para tornar mais justo o sistema de arrecadação do nosso país, inclusive com a taxação das grandes fortunas;

4. Reforma do Judiciário, combatendo o excesso de regalias, a falta de transparência e a justicialização da política.

Acreditamos que estes são elementos sem as quais será impossível construir este novo momento clamado pelas ruas. Da mesma maneira, estamos convictos de que apenas com a continuidade deste projeto iniciado pelo presidente Lula em 2002 e com o aprofundamento daqueles sintonizados com esse novo momento do Brasil, bem como através do rompimento de projetos conservadores nos estados e municípios, será possível chegar neste cenário ideal.

No próximo dia 10 de Novembro, os petistas filiados irão às urnas do PED (Processo de Eleições Diretas) com a responsabilidade e nos marcos dos avanços produzidos nos 10 anos dos governos petistas de Lula e Dilma. A mobilização e o debate público que antecedem o momento do voto são ricos espaços para que a militância reflita sobre o nosso país para os próximos 20 anos. A decisão acertada de assegurar 20% de vagas nas direções partidárias aos filiados com ate 29 anos (resolução da etapa estatutária do IV Congresso do PT), iniciando um processo real de transição geracional através do empoderamento de quadros jovens em todas as instâncias partidárias demonstram a vocação de produzir novos marcos para o modo petista de governar e para o socialismo contemporâneo.

Neste sentido, não podemos deixar de citar a paridade de gênero e a proporcionalidade étnicorracial, já implementadas nas direções da JPT desde 2008, e que agora tornam-se critérios de composição em todo o partido, são evidências da atuação de vanguarda da juventude petista, mas também marca a capacidade de se reinventar que está na gênese do petismo. 

O PT, esse verdadeiro patrimônio da Esquerda Mundial, necessita permanecer articulando-se e construindo com os movimentos sociais clássicos e contemporâneos, permanecendo como um instrumento destas organizações, mas, na mesma medida, deve estar vivo na disputa do imaginário das novas gerações, com estruturas partidárias cada vez mais próximas do povo, com sedes abertas e sem catracas, com vida cotidiana permanente. Um PT com dirigentes mais vividos pelo sonho do horizonte Socialista, com mais movimentos e menos institucionalização. É necessário que este partido, filho e patriarca das classes populares seja e esteja nas ruas sempre, convocando estas novas gerações ao compromisso de promover o tão sonhado Socialismo Democrático.

*Anne Karolyne foi Secretária Estadual de Juventude do PT do Amazonas (2008-2011), diretora de Meio Ambiente da UNE (2009-2011) e atualmente é coordenadora nacional de Mobilização da JPT;

**Debora Pereira é Jornalista e foi da Executiva da UNE (2007-2009). Atualmente é coordenadora de Assuntos Institucionais da JPT-SP e membro do Coletivo Municipal de Mulheres do PT da cidade de São Paulo.

***Cássio Nogueira foi diretor de PPJ da UNE (2007-2009), Secretário Estadual de Juventude do PT-PA (2008-2011) e atualmente é coordenador Nacional de Organização da JPT;

Secretaria Estadual de Juventude do PT-SP realizará Seminário de Formação Política

ImagemA Secretaria Estadual de Juventude do PT-SP realizará, nos próximos
dias 27, 28 e 29 de Setembro o seu Seminário de Formação Política na
cidade de Promissão, Macro Araçatuba, em um assentamento organizado
pelo MST. É o maior assentamento de São Paulo e o segundo maior do
País. “Ter a vivência do assentamento, vendo como se organizam os
trabalhadores rurais assentados, por si só, já uma excelente formação
para todos os militantes.” Afirma Cátia Coelho, coordenadora de
Formação Política da Direção Estadual da JPT-SP.

Para Rogério Cruz, Secretário Estadual da JPT-SP, esse Seminário de
Formação de Política será diferente: “Vamos realizá-lo de um jeito
novo, que atenda mais os anseios da juventude. O formato da mesa
tradicional, apesar de importante, deve ser incrementado, indo além da
baixa interação que geralmente ocorre.”  Complementa ainda afirmando:
“várias interações em grupos de interesses e atividades de construção
coletiva podem ser mecanismos importantes para uma participação maior”

A Pré Inscrição está aberta até o dia 20/09, no link
https://docs.google.com/forms/d/1KEe6JzCOY98rIEmmKDqR-Z7S0XcGNkwwxBchPEl-mGA/edit

Os participantes deverão levar barraca, colchão, roupa de cama e
materiais de higiene pessoal.

Será cobrado a taxa simbólica de inscrição de R$ 10,00 para colaborar
nos custos da atividade.

A atividade é aberta para qualquer militante ou simpatizante do partido!!

Com fortes protestos da Juventude Câmara aprova Salva de Prata à Rota! Veja quais vereador@s e partidos votaram a favor. JPT Sampa esteve presente!!

Com fortes protestos da Juventude Câmara aprova Salva de Prata à Rota! Veja quais vereador@s e partidos votaram a favor. JPT Sampa esteve presente!!

Lista do voto dos vereadores em relação ao PDL 6/2013 do Vereador Coronel Telhada